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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Renasço

Eu...
Ave agora maldita  renasço.
De minhas cinzas renasço.
Renasço depois de tantas guerras.
Depois de tantas mortes.
Com um coração mais gelado.
E uma garganta mais quente.
Renasço, forte como nunca fui.
De meu pó, virei pedra.
De minhas cinzas nasce o novo incêndio.
O meu desesperar, virou esperar
E agora é não esperar.
Minha dor virou amor
Depois virou dor novamente
Agora é força
É ódio
É vingança
Eu...Ave temível
Flamejante 
Meu canto...
Desencanto
De berros uivantes
Fênix dolorida
Mas renascida
Fortalecida
Ave maldita com que não se brinca
Só se teme
Ao me olhar você treme
E eu cruel gargalho
Piso em tuas lágrimas com pés de fogo
É assim que eu as farei secar.
Renasço a luz da maldade.
Renasço!

6 comentários:

  1. Talvez a crueldade - e com ela o fogo e a vingança ante a lágrima do outro depois das suas já superadas - seja só uma etapa. Que seja uma etapa breve. Pra que sua luz floresça, em vez de queimar. Logo mais. Bora esperançar...

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    1. É você tem toda a razão me parece que aos poucos vou voltando a mim, não preciso mais de raiva, vou me encontrando, plenitude sem fulminação.

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  2. Olá querida tem sim, no canto direito da tela, logo abaixo da imagem, na descrição, só se perca ao entrar no meu infinito particular.

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  3. Eu vou começar a te seguir também. Gostei de ter lido esse "poema"? Muito bom mesmo. Obrigado por me seguir Renatx Fênix. Woohoooo!!! :D

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